Sexta: Chuva
Sábado: Chuva
Domingo: Ganha um prêmio quem adivinhar!
Um ótimo tempo pra ficar embaixo das cobertas, assistindo a um bom filme com uma xícara de capuccino nas mãos. Seria perfeito se não fosse Blumenau. O nível do rio Itajaí-Açu, que corta a cidade, hoje por volta das sete horas da noite era de seis metros e doze centímetros, com previsão de mais aumento caso a chuva não parasse, segundo a Defesa Civil. E a chuva ainda não parou. Agora só nos resta esperar - ou quem sabe trocar nossos carros por barcos...
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
A Princesa e o Sapo
Eu recomendo! Uma história mágica como todos os contos de fadas da Disney. Dos diretores de A Pequena Sereia e Aladdin, A Princesa e o Sapo conta o que realmente acontece depois que um sapo é beijado por uma princesa. Com uma mistura encantadora de humor, uma pitada de maldições e claro, muito romance, o filme conquista qualquer pessoa, de qualquer idade e é capaz até mesmo de arrancar algumas lágrimas. Um ótimo programa para um fim de semana chuvoso e ocioso. Fica a dica.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Salve Tiradentes!
Nada melhor que um feriado no meio da semana para colocar a vida em dia - e descansar também, claro! Sábados e domingos praticamente não existem mais pra mim há muito tempo. Desde que comecei a lecionar, há três anos atrás (não, não sou tão velha assim, é que comecei muito cedo!) sempre sobra algum projeto, avaliação ou atividade para ser feito no bendito final de semana. Se antes já me restavam poucos dias livres, agora com a faculdade as responsabilidades triplicaram. Quero que fique claro que isso não é uma reclamação mas sim uma breve constatação, uma vez que investir no meu estudo é não só investir no meu futuro mas como também é investir na minha vida. E, para aqueles que vieram ao mundo para se destacar, todo esforço será recompensado.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Da série: Histórias que meus alunos contam
"Você tem algum irmãozinho ou irmãzinha?" perguntei dia desses à uma aluna minha. Tendo uma negação como resposta, parti para outra pergunta, apesar de não entender a lógica que criei em minha própria fala, quando perguntei se ela tinha então algum cachorrinho, caracterizando um animal de estimação como parte da família. Para essa pergunta, a resposta veio acompanhada de uma incrível história, cheia de dramatizações feitas por uma menina de quatro ou cinco anos.
-Sim, profe. Eu tinha duas cachorrinhas, a Mel e a Xuxa (no momento não me lembro dos nomes das cadelas). Mas a Mel, profe, era muito pequenininha e a Xuxa é grandoooona... Dai a Xuxa matou a Mel.
Dei uma risada; achei que fosse uma brincadeira daquelas típicas de crianças dessa idade, mas minha pupila complementou:
-Um dia a Xuxa foi andando assim [ela engatinhou lentamente pela sala] e mordeu a Mel! E Mel tava dentro da boca da Xuxa, profe! Aí veio o vizinho e meu pai e eles tentavam abrir a boca da Xuxa pra tirar a Mel de lá...
A partir desse ponto comecei a ficar desesperada pela situação, mas a maneira como a história era contada por aquela menina linda de cabelo lisos e negros me encantava e um sorriso meio amarelado não saia do meu rosto.
-Quando eu vi a minha mãe ela tava chorando, chorando e chorando muito, profe. Aí eu disse pra ela: "Por que você tá chorando? É porque a Xuxa comeu a Mel?" Dai eu disse pra ela não chorar mais, só que ela chorava, chorava e chorava.
Fui obrigada a perguntar se ela também não tinha chorado.
-Claro que não, né profiiiii! E depois o meu pai foi lá no quintal e cavou um buracão bem grandão pra poder enterrar a Mel. Eu ajudei ele a cavar o buraco e a gente colocou a Mel lá e jogou muito barro em cima pra tampar.
Toda essa trágica história foi contada serenamente, como quem conta que escovou os dentes na manhã passada. Adoro crianças!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Açorianópolis
Não quero escrever muito sobre o décimo terceiro colóquio da lusofonia. Apesar de o evento ter sido interessante e a viagem divertida, fiquei frustrada por não ter conhecido Evanildo Bechara, o principal motivo da minha ida à capital em uma viagem de menos de vinte e quatro horas.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
P.S.:
Embarco hoje com destino a Florianópolis para participar do encerramento do Açorianópolis - 13º colóquio da lusofonia, evento que pela primeira vez é feito fora da Europa e que conta com a participação de nomes como o prof. Dr. Evanildo Cavalcanti Bechara, gramático da Academia Brasileira de Letras e o prof. Dr. Malaca Casteleiro, da Academia de Ciências de Lisboa.
"A ira das pessoas é algo muito engraçado..."
Um professor meu em alguma aula durante a semana:
"Gosto de escrever contra a igreja porque isso causa a ira das pessoas. E a ira das pessoas é algo muito engraçado!"
Era uma frase mais ou menos assim, prefiro não comentar quem a disse, por uma questão de privacidade. A questão aqui não é o fato da igreja, mas sim de ir contra o que a maioria das pessoas vai a favor. Isso realmente faz toda a diferença! Escrever que a chuva cai do céu, que aquele novo best seller é maravilhoso e deve ser lido ou então que todos vivem felizes para sempre no final, pode render ao escritor algumas mensagens como: "Parabéns, seu texto está muito bom!". Mas isso só serve para quem se contenta com o "bom". Eu quero sempre mais, quero sempre o melhor. Por isso muitas vezes aqui escrevo sobre fatos que vão contra o gosto popular, mas, além de serem a minha opinião, meus textos sempre rendem enormes repercussões. (Em grande parte negativas, mas subir o morro enquanto todos o descem é muito mais emocionante...)
terça-feira, 6 de abril de 2010
Queria um dia de trinta horas!
Nem mais, nem menos. Trinta horas devem ser o suficiente para conseguir fazer tudo o que preciso em apenas um dia. Assim que eu tiver um tempo, me contentando com as vinte e quatro horas que eu tenho, volto aqui para escrever mais. Estou cheia de novidades!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Sexta-feira da Paixão
A Sexta-feira Santa nos remete ao julgamento, crucificação e morte de Jesus Cristo. São comuns hoje sinais de penitência, como o jejum e abstinência da carne e qualquer ato que se refira ao prazer, em sinal de respeito à morte do Senhor.
Obs.: Estou em Lages, aproveitando o friozinho da serra catarinense. Delícia de vida...
Obs.: Estou em Lages, aproveitando o friozinho da serra catarinense. Delícia de vida...